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Este livro oferece como novidade aos interessados no estudo da Análise das Demonstrações Contábeis uma seqüência lógica e abrangente para o estudo da disciplina. A Parte I apresenta os aspectos conceituais e históricos sobre a Análise das Demonstrações Contábeis, sua importância e limitações, os Princípios Fundamentais da Contabilidade e a estrutura das Demonstrações Contábeis no Brasil. São abordadas as demonstrações obrigatórias e não obrigatórias e a divulgação de informações complementares, à vista da legislação societária e normas do CFC, CVM e IBRACON.
A Parte II estuda as etapas do processo de Análise das Demonstrações Contábeis, iniciando com os conceitos de padronização, consolidação e qualidade das demonstrações contábeis, para em seguida apresentar as etapas a serem seguidas, oferecendo importantes sugestões quanto ao uso de ferramentas eletrônicas e da Internet como suporte ao analista. Inclui ainda as principais metodologias utilizadas na Análise das Demonstrações Contábeis.
Cada uma das principais técnicas de Análise de Demonstrações Contábeis é detalhada na Parte III. O livro é inovador no sentido de evitar inclusão de muitos exemplos ao longo do texto, pois a proposta é mostrar ao leitor, a partir da teoria apresentada, como construir sua própria análise, seguindo os roteiros constantes na quarta e última parte da obra.
Prefácio à 2a edição, xiii
Apresentação, xvii
Parte I -Introdução, 1
1 Conceitos Introdutórios, 3
1.1 Conceitos, 3
1.2 Objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis, 5
1.3 Usuários da Análise das Demonstrações Contábeis, 7
1.4 Limitações da Análise das Demonstrações Contábeis, 9
2 Visão da História Recente da Contabilidade e da Análise
das Demonstrações Contábeis, 12
2.1 Estados Unidos, 12
2.2 Brasil, 15
2.2.1 Pioneiros da análise de balanços no Brasil, 17
2.3 Convergência às normas internacionais de contabilidade, 20
3 Princípios Fundamentais da Contabilidade, 21
3.1 Pressupostos básicos, 22
3.1.1 Regime de competência (22), 23
3.1.2 Continuidade (23), 25
3.2 Características qualitativas das demonstrações contábeis, 25
3.2.1 Compreensibilidade (24), 25
3.2.2 Relevância (26-28), 25
3.2.3 Confiabilidade (31-32), 26
3.2.4 Comparabilidade (39-42), 28
3.2.5 Limitações na relevância e na confiabilidade das informações, 29
3.2.6 Visão verdadeira e apropriada (46), 30
3.3 Demais diretrizes a serem observadas na elaboração
das demonstrações contábeis, 30
3.4 Normas para pequenas e médias empresas, 30
3.5 Princípios Fundamentais de Contabilidade e características
da informação contábil (Resolução CFC nº 750/93), 32
3.5.1 Entidade, 33
3.5.2 Continuidade, 33
3.5.3 Oportunidade, 34
3.5.4 Registro pelo valor original, 34
3.5.5 Atualização monetária, 35
3.5.6 Competência, 36
3.5.7 Prudência, 37
4 Estrutura e Divulgação das Demonstrações Contábeis no Brasil, 38
4.1 Demonstrações contábeis e informações obrigatórias, 39
4.1.1 Demonstrações financeiras de sociedades de grande porte, 40
4.1.2 Demonstrações contábeis de pequenas e médias empresas, 41
4.2 Balanço patrimonial, 41
4.2.1 Ativo, 42
4.2.2 Passivo, 44
4.2.3 Patrimônio líquido, 45
4.2.4 Contas retificadoras, 47
4.2.4.1 Contas retificadoras do ativo circulante
e não circulante, 47
4.2.4.2 Ativo permanente -investimentos, 47
4.2.4.3 Ativo permanente -imobilizado e intangível, 48
4.2.4.4 Ativo permanente -diferido, 48
4.2.4.5 Patrimônio líquido, 48
4.2.5 Passivo a descoberto, 48
4.3 Demonstração do Resultado do Exercício, 48
4.3.1 A forma de apresentação dos resultados da DRE conforme a LSA, 49
4.4 Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, 50
4.5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, 51
4.6 Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC), 52
4.6.1 A necessidade da DFC, 52
4.6.2 Métodos de elaboração da DFC, 54
4.6.2.1 Método direto, 54
4.6.2.2 Método indireto, 54
4.6.3 Modelos de DFC, 55
4.7 Demonstração de Valor Adicionado (DVA), 58
4.7.1 Características das informações da DVA, 59
4.7.2 Modelo de DVA, 59
5 Informações, Relatórios e Pareceres que Acompanham
as Demonstrações Contábeis, 61
5.1 Notas explicativas, 61
5.2 Relatório da administração, 64
5.3 Parecer do Conselho Fiscal, 65
5.4 Parecer dos auditores independentes, 66
5.4.1 Formação de opinião, 67
5.4.2 Regulamentação da atividade de auditoria independente, 67
5.4.2.1 Rodízio de auditorias ou rotatividade dos auditores, 67
5.4.2.2 Controle de qualidade interno, 68
5.4.2.3 Controle de qualidade externo, 68
5.4.2.4 Programa de educação continuada, 68
6 Demonstrações e Informações Contábeis não Obrigatórias, 70
6.1 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos, 70
6.2 Balanço Social, 72
6.3 EBITDA, 75
6.3.1 A determinação do valor do EBITDA, sua utilidade e limitações, 75
6.3.2 Forma de divulgação do EBITDA, 76
Parte II -Preparando-se para a Análise, 79
7 Padronização, Consolidação e Qualidade das Demonstrações Contábeis, 81
7.1 Padronização das demonstrações contábeis, 81
7.2 Consolidação das demonstrações contábeis, 82
7.3 Qualidade das informações contábeis, 83
7.3.1 Troféu transparência ANEFAC -FIPECAFI -SERASA, 84
7.3.2 Prêmio ABRASCA -Relatório Anual, 85
8 Etapas da Análise das Demonstrações Contábeis, 87
8.1 Coleta de dados, 87
8.1.1 Obter cópia das demonstrações a serem analisadas, 87
8.1.2 Obter informações sobre os negócios da empresa, 88
8.1.3 Obter publicações especializadas, 88
8.2 Conferência dos dados coletados, 89
8.3 Preparação dos dados para análise, 90
8.3.1 Padronização das demonstrações, 90
8.3.2 Ajustes e reclassificações de contas, 90
8.4 Processamento dos dados, 92
8.4.1 Construção da análise horizontal e vertical, 92
8.4.2 Extração dos indicadores econômicos, financeiros e patrimoniais, 92
8.5 Análise dos dados, 92
8.5.1 Ponderações iniciais, 92
8.5.2 Benchmarking, 92
8.5.2.1 Fornecedores de dados nos Estados Unidos, 94
8.5.2.2 Fornecedores de dados no Brasil, 94
8.5.3 Análise de empresas pertencentes a um conglomerado econômico, 96
8.6 Elaboração do relatório ou parecer, 97
9 O Uso de Ferramentas Eletrônicas no Processo de Análise
das Demonstrações Contábeis, 98
9.1 Sistemas de escrituração contábil e de análise de demonstrações contábeis, 98
9.1.1 Exemplo de sistema de escrituração contábil, 99
9.1.2 Sistema de Divulgação Externa (DIVEXT) -CVM, 100
9.2 Planilhas de cálculo, 101
9.2.1 Planilha ADC, 101
9.3 Internet, 102
9.3.1 Indicação de sites, 102
9.3.1.1 Portais, 102
9.3.1.2 Indicadores e notícias, 103
9.3.1.3 Mercado de capitais, 103
9.3.1.4 Sites de companhias de capital aberto, 103
9.3.2 Acesso a sites em outros idiomas, 104
Parte III -Análise das Demonstrações Contábeis, 107
10 Metodologias de Análise das Demonstrações Contábeis, 109
10.1 Diferenças absolutas, 109
10.2 Análise horizontal, 109
10.3 Análise vertical, 110
10.4 Análise através de índices ou quocientes, 110
10.5 Outras metodologias complementares, 110
10.5.1 Análise da alavancagem, 111
10.5.2 Análise das Necessidades de Capital de Giro (NCG), 111
10.5.3 Determinação do grau de insolvência através
de modelos estatísticos, 111
10.5.4 Análise da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), 111
10.5.5 Análise da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
(DMPL), 111
10.5.6 Análise da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), 112
10.5.7 Análise do Balanço Social, 112
10.5.8 Análise Fundamentalista, 112
11 Análise Horizontal e Vertical, 115
11.1 Análise horizontal, 115
11.2 Análise vertical, 116
11.3 Análise horizontal e vertical do balanço patrimonial, 117
11.3.1 Ativo Circulante (AC), 118
11.3.2 Ativo Não Circulante -Realizável a Longo Prazo (RLP), 119
11.3.3 Ativo não Circulante -Permanente (AP), 119
11.3.4 Passivo Circulante (PC), 120
11.3.5 Passivo não Circulante/Exigível a Longo Prazo (ELP), 120
11.3.6 Patrimônio Líquido (PL), 120
11.4 Análise horizontal e vertical da Demonstração do Resultado do Exercício, 121
11.4.1 Receita bruta, 123
11.4.2 Custo dos produtos vendidos, 123
11.4.3 Lucro bruto, 123
11.4.4 Despesas operacionais, 123
11.4.5 Lucro operacional, 123
11.4.6 Receitas e despesas financeiras, 124
11.4.7 Lucro líquido, 124
11.4.8 Lucros distribuídos, 124
12 Análise Através de Indicadores ou Quocientes, 125
12.1 Indicadores de atividade ou rotatividade (prazos médios), 126
12.1.1 Mensuração dos ciclos operacionais e financeiros
a partir das demonstrações contábeis, 127
12.1.1.1 PMRE (Prazo Médio da Rotação dos Estoques), 128
12.1.1.2 PMRV (Prazo Médio do Recebimento das Vendas), 129
12.1.1.3 PMPC (Prazo Médio do Pagamento das Compras ¿
Fornecedores), 130
12.1.2 Avaliação dos ciclos operacionais, 131
12.1.2.1 Ciclo Operacional Superavitário (COS), 131
12.1.2.2 Ciclo Operacional Deficitário (COD), 132
12.1.3 Estudo da necessidade de capital de giro, 134
12.2 Indicadores de liquidez, 134
12.2.1 Liquidez imediata ou instantânea, 135
12.2.2 Liquidez geral ou total, 136
12.2.3 Liquidez corrente ou comum, 136
12.2.4 Liquidez seca, 137
12.3 Indicadores da estrutura de capital (endividamento), 138
12.3.1 Participação de capital de terceiros (grau de endividamento), 139
12.3.2 Composição do endividamento, 140
12.3.3 Imobilização do patrimônio líquido, 141
12.3.4 Imobilização dos recursos não correntes, 142
12.4 Indicadores da rentabilidade, 143
12.4.1 Giro do ativo, 143
12.4.2 Margem líquida, 144
12.4.3 Rentabilidade ou Retorno do Ativo (ROA ou ROI), 145
12.4.4 Rentabilidade do Patrimônio Líquido ou Retorno
do Capital Próprio (ROE), 145
12.4.5 Análise do ROI pelo modelo DuPont, 146
13 Estudo da Alavancagem, 150
13.1 Alavancagem Financeira, 150
13.1.1 Estratégias para aumentar o Grau de Alavancagem
Financeira (GAF), 151
13.1.2 Calculando o GAF sem considerar o efeito dos custos
com a dívida no Imposto de Renda, 152
13.1.3 Calculando o GAF considerando o efeito dos custos
com a dívida no Imposto de Renda, 152
13.1.3.1 Identificação do valor de investimentos e do passivo
oneroso e não oneroso, 153
13.1.3.2 Cálculo da carga tributária do Imposto de Renda (IR)
e Contribuição sobre o Lucro (CSSL), 154
13.1.3.3 Cálculo do Retorno sobre Investimentos (ROI/ROA),
Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
e Grau de Alavancagem Financeira (GAF), 155
13.2 Grau de Alavancagem Operacional (GAO), 157
13.2.1 Exemplo da determinação do GAO, 158
13.3 Alavancagem total, 161
13.4 Ponto de Equilíbrio (Break Even Point), 163
14 Análise da Necessidade de Capital de Giro, 164
14.1 Capital de Giro (CG) ou Capital Circulante Líquido (CCL), 164
14.2 Etapas a serem seguidas para se determinar a NCG, 166
14.2.1 Caso prático de determinação da NCG, 167
14.3 Efeito Tesoura, 169
14.4 Overtrade ou overtrading, 170
14.5 Fontes de financiamento da Necessidade de Capital de Giro, 171
14.6 Capital de Giro Próprio (CGP), 171
15 Modelos Estatísticos de Previsão de Insolvência, 173
15.1 Modelo estatístico discriminante, 174
15.2 Aspectos gerais dos principais modelos de previsão de insolvência, 175
15.2.1 Modelo de Altman, 175
15.2.2 Modelo de Kanitz, 175
15.2.3 Modelo de Elizabetsky, 177
15.2.4 Modelo de Matias, 177
15.2.5 Modelo de Silva, 177
16 Elaboração do Relatório de Análise das Demonstrações Contábeis, 179
16.1 Cuidados na elaboração do relatório ou parecer, 180
16.2 A construção do relatório de análise, 182
16.3 Exemplos de relatório, 183
16.3.1 Relatório simulado de análise de uma empresa, 183
16.3.2 Exemplo de uma análise real, em forma de artigo jornalístico, 185
Parte IV -Estudo de Casos, 187
17 Estudo Dirigido de Caso, 189
17.1 A escolha da empresa a ser analisada, 189
17.2 Levantamento de dados, 190
17.2.1 A coleta de dados, 190
17.2.2 Uso de papéis de trabalho, 190
17.2.3 Uso da planilha eletrônica, 191
17.3 Análises a serem efetuadas, 192
17.3.1 Análise de cenário, 192
17.3.2 Análise Vertical e Análise Horizontal do Balanço
Patrimonial e DRE, 192
17.3.3 Indicadores de atividade, 192
17.3.4 Indicadores de liquidez, 193
17.3.5 Análise da estrutura de capital, 193
17.3.6 Análise da rentabilidade, 194
17.3.7 Análise da Necessidade de Capital de Giro, 194
17.4 Conclusões e recomendações, 194
18 Empresa exemplo: ¿Cia. Lucro Certo¿, 196
18.1 Informações gerais sobre a empresa, 197
18.2 Demonstrações contábeis, 197
18.2.1 Balanço Patrimonial, 197
18.2.2 Demonstração do Resultado do Exercício, 199
18.2.3 Demonstração dos Fluxos de Caixa, 200
18.2.4 Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados, 201
18.2.5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, 202
18.3 Informações complementares extraídas das notas explicativas
às demonstrações contábeis, 204
18.4 Parecer dos auditores independentes, 210
18.5 Quadro dos Indicadores das principais companhias concorrentes
da ¿Cia. Lucro Certo¿, 211
Anexo A, 217
Anexo B, 219
Referências Bibliográficas, 223
| Materiais complementares |
Acesso Livre.
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Manual do Usuário para o produto ESTRUTURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, Alcantara |
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Referências Bibliográficas do produto ESTRUTURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, Alcantara |
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Errata do produto ESTRUTURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, Alcantara |
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Adendo à 1a Edição do produto ESTRUTURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, Alcantara |
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Planilhas (exercícios com respostas) do produto ESTRUTURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, Alcantara |
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Planilhas (exercícios com respostas) do produto ESTRUTURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, Alcantara |
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