 |




|
 |
 |
Detalhes do Produto |
 |
|
|


 |
 |
|
 |
Este livro oferece como novidade aos interessados no estudo da Análise das Demonstrações Contábeis uma seqüência lógica e abrangente para o estudo da disciplina. A Parte I apresenta os aspectos conceituais e históricos sobre a Análise das Demonstrações Contábeis, sua importância e limitações, os Princípios Fundamentais da Contabilidade e a estrutura das Demonstrações Contábeis no Brasil. São abordadas as demonstrações obrigatórias e não obrigatórias e a divulgação de informações complementares, à vista da legislação societária e normas do CFC, CVM e IBRACON.
A Parte II estuda as etapas do processo de Análise das Demonstrações Contábeis, iniciando com os conceitos de padronização, consolidação e qualidade das demonstrações contábeis, para em seguida apresentar as etapas a serem seguidas, oferecendo importantes sugestões quanto ao uso de ferramentas eletrônicas e da Internet como suporte ao analista. Inclui ainda as principais metodologias utilizadas na Análise das Demonstrações Contábeis.
Cada uma das principais técnicas de Análise de Demonstrações Contábeis é detalhada na Parte III. O livro é inovador no sentido de evitar inclusão de muitos exemplos ao longo do texto, pois a proposta é mostrar ao leitor, a partir da teoria apresentada, como construir sua própria análise, seguindo os roteiros constantes na quarta e última parte da obra.
Apresentação
Parte I - Introdução
1 Conceitos Introdutórios
1.1 Conceitos
1.2 Objetivos da análise de demonstrações contábeis
1.3 Usuários da análise de demonstrações contábeis
1.4 Limitações da análise de demonstrações contábeis
2 Visão da História Recente da Contabilidade e da Análise das Demonstrações Contábeis
2.1 Estados Unidos
2.2 Brasil
3 Princípios Fundamentais da Contabilidade
3.1 Postulados contábeis
3.1.1 Entidade contábil
3.1.2 Continuidade das entidades
3.2 Princípios contábeis
3.2.1 Custo como base de valor
3.2.2 Realização da receita
3.2.3 Confronto das despesas com as receitas
3.2.4 Denominador comum monetário
3.3 Convenções contábeis
3.3.1 Objetividade
3.3.2 Conservadorismo
3.3.3 Materialidade
3.3.4 Consistência
4 Estrutura e Divulgação das Demonstrações Contábeis no Brasil
4.1 Demonstrações contábeis e informações obrigatórias
4.2 Balanço Patrimonial
4.2.1 Ativo
4.2.2 Passivo
4.2.3 Patrimônio Líquido
4.2.4 Contas retificadoras
4.2.5 Passivo a descoberto
4.3 Demonstração do Resultado do Exercício
4.3.1 A forma de apresentação dos resultados da DRE conforme a LSA
4.3.2 O conceito de operacional e não operacional
4.4 Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados
4.5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
4.6 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos
4.7 Alterações na Lei das Sociedades por Ações - instituição de novas demonstrações
4.8 Quadro comparativo entre as disposições da Lei das Sociedades por Ações e a Deliberação CVM 488/2005 (NPC no 27/2005 do IBRACON)
5 Informações, Relatórios e Pareceres que Acompanham as Demonstrações Contábeis
5.1 Notas explicativas
5.2 Relatório da administração
5.3 Parecer do Conselho Fiscal
5.4 Parecer dos auditores independentes
5.4.1 Tipos de pareceres
5.4.2 Regulamentação da atividade de auditoria independente
6 Demonstrações e Informações Contábeis não Obrigatórias
6.1 Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC)
6.1.1 A necessidade da DFC
6.1.2 Métodos de elaboração da DFC
6.2 Demonstração de Valor Adicionado (DVA)
6.2.1 Modelo de DVA - CVM
6.2.2 Modelo de DVA - CFC
6.3 Balanço Social
6.4 EBITDA
6.4.1 A determinação do valor do EBITDA, sua utilidade e limitações
6.4.2 Forma de divulgação do EBITDA
Parte II - Preparando-se para a análise
7 Padronização, Consolidação e Qualidade das Demonstrações Contábeis
7.1 Padronização das demonstrações contábeis
7.2 Consolidação das Demonstrações Contábeis
7.3 Qualidade das informações contábeis
7.3.1 Troféu transparência ANEFAC
7.3.2 Prêmio ABRASCA - Relatório Anual
8 Etapas da Análise das Demonstrações Contábeis
8.1 Coleta de dados
8.1.1 Obter cópia das demonstrações a serem analisadas
8.1.2 Obter informações sobre os negócios da empresa
8.1.3 Obter publicações especializadas
8.2 Conferência dos dados coletados
8.3 Preparação dos dados para análise
8.3.1 Padronização das demonstrações
8.3.2 Ajustes e reclassificações de contas
8.4 Processamento dos dados
8.4.1 Construção da análise horizontal e vertical
8.4.2 Extração dos indicadores econômicos, financeiros e patrimoniais
8.5 Análise dos dados
8.5.1 Ponderações iniciais
8.5.2 Benchmarking
8.5.3 Análise de empresas pertencentes a um conglomerado econômico
8.6 Elaboração do relatório ou parecer
9 O Uso de Ferramentas Eletrônicas no Processo de Análise de Demonstrações Contábeis
9.1 Sistemas de escrituração contábil e de análise de demonstrações contábeis
9.2 Planilhas de cálculo
9.2.1 Planilha ADC
9.3 Internet
9.3.1 Indicação de sites
9.3.2 Acesso a sites em outros idiomas
Parte III - Análise das Demonstrações Contábeis
10 Metodologias de Análise das Demonstrações Contábeis
10.1 Diferenças absolutas
10.2 Análise horizontal
10.3 Análise vertical
10.4 Análise através de índices ou quocientes
10.5 Outras metodologias complementares
10.5.1 Análise da alavancagem
10.5.2 Análise das Necessidades de Capital de Giro
10.5.3 Determinação do grau de insolvência
10.5.4 Análise da DOAR e do fluxo de caixa
10.5.5 Análise da demonstração das mutações do patrimônio líquido
11 Análise Horizontal e Vertical
11.1 Análise Horizontal
11.2 Análise Vertical
11.3 Análise Horizontal e Vertical do Balanço Patrimonial
11.3.1 Ativo Circulante (AC)
11.3.2 Ativo Realizável a Longo Prazo
11.3.3 Ativo Permanente
11.3.4 Passivo Circulante
11.3.5 Passivo Realizável a Longo Prazo
11.3.6 Patrimônio Líquido
11.4 Análise Horizontal e Vertical da Demonstração do Resultado do Exercício
11.4.1 Receita bruta
11.4.2 Custo dos produtos vendidos
11.4.3 Lucro bruto
11.4.4 Despesas operacionais
11.4.5 Lucro operacional
11.4.6 Receitas e despesas financeiras
11.4.7 Lucro líquido
11.4.8 Lucros distribuídos
12 Análise Através de Indicadores ou Quocientes
12.1 Indicadores de atividade ou rotatividade (prazos médios)
12.1.1 Mensuração dos ciclos operacionais e financeiros a partir das demonstrações contábeis
12.1.2 Avaliação dos ciclos operacionais
12.1.3 Estudo da Necessidade de Capital de Giro
12.2 Indicadores de liquidez
12.2.1 Liquidez imediata ou instantânea
12.2.2 Liquidez Geral ou Total
12.2.3 Liquidez Corrente ou Comum
12.2.4 Liquidez Seca
12.3 Indicadores da estrutura de capital (endividamento)
12.3.1 Participação de Capital de Terceiros (grau de endividamento)
12.3.2 Composição do endividamento
12.3.3 Imobilização do Patrimônio Líquido
12.3.4 Imobilização dos Recursos não Correntes
12.4 Indicadores da rentabilidade
12.4.1 Giro do Ativo
12.4.2 Margem líquida
12.4.3 Rentabilidade ou Retorno do Ativo (ROA ou ROI)
12.4.4 Rentabilidade do Patrimônio Líquido ou Retorno do Capital Próprio (ROE)
12.4.5 Análise do ROI pelo Modelo DuPont
13 Estudo da Alavancagem
13.1 Alavancagem Financeira
13.1.1 Estratégias para aumentar o Grau de Alavancagem Financeira (GAF)
13.1.2 Calculando o GAF sem considerar o efeito dos custos com a dívida no Imposto de Renda
13.1.3 Calculando o GAF considerando o efeito dos custos com a dívida no Imposto de Renda
13.2 Grau de Alavancagem Operacional (GAO)
13.2.1 Exemplo da determinação do GAO
13.3 Alavancagem total
13.4 Ponto de Equilíbrio (Break Even Point)
14 Análise da Necessidade de Capital de Giro
14.1 Capital de Giro ou Capital Circulante Líquido (CCL)
14.2 Etapas a serem seguidas para se determinar a NCG
14.2.1 Caso prático de determinação da NCG
14.3 Efeito tesoura
14.4 Overtrade ou Overtrading
14.5 Fontes de financiamento da Necessidade de Capital de Giro
14.6 Capital de Giro Próprio (CGP)
15 Modelos Estatísticos de Previsão de Insolvência
15.1 Modelo estatístico discriminante
15.2 Aspectos gerais dos principais modelos de previsão de insolvência
15.2.1 Modelo de Altman
15.2.2 Modelo de Kanitz
15.2.3 Modelo de Elizabetsky
15.2.4 Modelo de Matias
15.2.5 Modelo de Silva
16 Elaboração do Relatório de Análise das Demonstrações Contábeis
16.1 Cuidados na elaboração do relatório ou parecer
16.2 A construção do relatório de análise
16.3 Exemplos de relatório
16.3.1 Relatório simulado de análise de uma empresa
16.3.2 Exemplo de uma análise real, em forma de artigo jornalístico
Parte IV - Estudo de Casos
17 Estudo Dirigido de Caso
17.1 A escolha da empresa a ser analisada
17.2 Levantamento de dados
17.2.1 A coleta de dados
17.2.2 Uso de papéis de trabalho
17.2 Uso da planilha eletrônica
17.3 Análises a serem efetuadas
17.3.1 Análise de cenário
17.3.2 Análise Vertical e Análise Horizontal do Balanço Patrimonial e DRE
17.3.3 Indicadores de atividade
17.3.4 Indicadores de liquidez
17.3.5 Análise da estrutura de capital
17.3.6 Análise da rentabilidade
17.3.7 Análise da Necessidade de Capital de Giro
17.4 Conclusões e recomendações
18 Empresa Modelo S.A
18.1 Informações gerais sobre a empresa
18.2 Demonstrações contábeis
18.2.1 Balanço Patrimonial
18.2.2 Demonstração do Resultado do Exercício
18.2.3 Demonstração das Origens e Aplicação de Recursos
18.2.4 Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados
18.2.5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
18.3 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis
18.4 Parecer dos auditores independentes
18.5 Quadro dos Indicadores das principais companhias concorrentes da Empresa Modelo S.A
Anexo A
Anexo B
Referências Bibliográficas
| Materiais complementares |
Acesso Livre.
|
|
|
|
| Materiais do Professor |
|
|
 |
|
|
|
|
 |
 |

 |
Sugestão de Compra |
 |
|
|

 |
Quem comprou este livro, comprou também |
 |
|
|
 |

 |

|
 |

|
 |

|
 |
| R$ 40,00 |
 |
|
| R$ 74,00 |
 |
|
| R$ 44,00 |
 |
|
 |
 |
 |
|
 |








|
 |