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ESTRUTURA, ANALISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Alexandre Alcantara da Silva

 
1ª edição (2007)
1ª Tiragem
Páginas: 198 páginas
Formato: 17X24
EAN13: 9788522447039
Código: 0302 55 549
R$ 41,00






Este livro oferece como novidade aos interessados no estudo da Análise das Demonstrações Contábeis uma seqüência lógica e abrangente para o estudo da disciplina. A Parte I apresenta os aspectos conceituais e históricos sobre a Análise das Demonstrações Contábeis, sua importância e limitações, os Princípios Fundamentais da Contabilidade e a estrutura das Demonstrações Contábeis no Brasil. São abordadas as demonstrações obrigatórias e não obrigatórias e a divulgação de informações complementares, à vista da legislação societária e normas do CFC, CVM e IBRACON.

A Parte II estuda as etapas do processo de Análise das Demonstrações Contábeis, iniciando com os conceitos de padronização, consolidação e qualidade das demonstrações contábeis, para em seguida apresentar as etapas a serem seguidas, oferecendo importantes sugestões quanto ao uso de ferramentas eletrônicas e da Internet como suporte ao analista. Inclui ainda as principais metodologias utilizadas na Análise das Demonstrações Contábeis.

Cada uma das principais técnicas de Análise de Demonstrações Contábeis é detalhada na Parte III. O livro é inovador no sentido de evitar inclusão de muitos exemplos ao longo do texto, pois a proposta é mostrar ao leitor, a partir da teoria apresentada, como construir sua própria análise, seguindo os roteiros constantes na quarta e última parte da obra.

Apresentação

Parte I - Introdução

1   Conceitos Introdutórios
   1.1   Conceitos
   1.2   Objetivos da análise de demonstrações contábeis
   1.3   Usuários da análise de demonstrações contábeis
   1.4   Limitações da análise de demonstrações contábeis

2   Visão da História Recente da Contabilidade e da Análise das Demonstrações Contábeis
   2.1   Estados Unidos
   2.2   Brasil

3   Princípios Fundamentais da Contabilidade
   3.1   Postulados contábeis
      3.1.1   Entidade contábil
      3.1.2   Continuidade das entidades
   3.2   Princípios contábeis
      3.2.1   Custo como base de valor
      3.2.2   Realização da receita
      3.2.3   Confronto das despesas com as receitas
      3.2.4   Denominador comum monetário
   3.3   Convenções contábeis
      3.3.1   Objetividade
      3.3.2   Conservadorismo
      3.3.3   Materialidade
      3.3.4   Consistência

4   Estrutura e Divulgação das Demonstrações Contábeis no Brasil
   4.1   Demonstrações contábeis e informações obrigatórias
   4.2   Balanço Patrimonial
      4.2.1   Ativo
      4.2.2   Passivo
      4.2.3   Patrimônio Líquido
      4.2.4   Contas retificadoras
      4.2.5   Passivo a descoberto
   4.3   Demonstração do Resultado do Exercício
      4.3.1   A forma de apresentação dos resultados da DRE conforme a LSA
      4.3.2   O conceito de operacional e não operacional
   4.4   Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados
   4.5   Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
   4.6   Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos
   4.7   Alterações na Lei das Sociedades por Ações - instituição de novas demonstrações
   4.8   Quadro comparativo entre as disposições da Lei das Sociedades por Ações e a Deliberação CVM 488/2005 (NPC no 27/2005 do IBRACON)

5   Informações, Relatórios e Pareceres que Acompanham as Demonstrações Contábeis
   5.1   Notas explicativas
   5.2   Relatório da administração
   5.3   Parecer do Conselho Fiscal
   5.4   Parecer dos auditores independentes
      5.4.1   Tipos de pareceres
      5.4.2   Regulamentação da atividade de auditoria independente

6   Demonstrações e Informações Contábeis não Obrigatórias
   6.1   Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC)
      6.1.1   A necessidade da DFC
      6.1.2   Métodos de elaboração da DFC
   6.2   Demonstração de Valor Adicionado (DVA)
      6.2.1   Modelo de DVA - CVM
      6.2.2   Modelo de DVA - CFC
   6.3   Balanço Social
   6.4   EBITDA
      6.4.1   A determinação do valor do EBITDA, sua utilidade e limitações
      6.4.2   Forma de divulgação do EBITDA

Parte II - Preparando-se para a análise

7   Padronização, Consolidação e Qualidade das Demonstrações Contábeis
   7.1   Padronização das demonstrações contábeis
   7.2   Consolidação das Demonstrações Contábeis
   7.3   Qualidade das informações contábeis
      7.3.1   Troféu transparência ANEFAC
      7.3.2   Prêmio ABRASCA - Relatório Anual

8   Etapas da Análise das Demonstrações Contábeis
   8.1   Coleta de dados
      8.1.1   Obter cópia das demonstrações a serem analisadas
      8.1.2   Obter informações sobre os negócios da empresa
      8.1.3   Obter publicações especializadas
   8.2   Conferência dos dados coletados
   8.3   Preparação dos dados para análise
      8.3.1   Padronização das demonstrações
      8.3.2   Ajustes e reclassificações de contas
   8.4   Processamento dos dados
      8.4.1   Construção da análise horizontal e vertical
      8.4.2   Extração dos indicadores econômicos, financeiros e patrimoniais
   8.5   Análise dos dados
      8.5.1   Ponderações iniciais
      8.5.2   Benchmarking
      8.5.3   Análise de empresas pertencentes a um conglomerado econômico
   8.6   Elaboração do relatório ou parecer

9   O Uso de Ferramentas Eletrônicas no Processo de Análise de Demonstrações Contábeis
   9.1   Sistemas de escrituração contábil e de análise de demonstrações contábeis
   9.2   Planilhas de cálculo
      9.2.1   Planilha ADC
   9.3   Internet
      9.3.1   Indicação de sites
      9.3.2   Acesso a sites em outros idiomas

Parte III - Análise das Demonstrações Contábeis

10   Metodologias de Análise das Demonstrações Contábeis
   10.1   Diferenças absolutas
   10.2   Análise horizontal
   10.3   Análise vertical
   10.4   Análise através de índices ou quocientes
   10.5   Outras metodologias complementares
      10.5.1   Análise da alavancagem
      10.5.2   Análise das Necessidades de Capital de Giro
      10.5.3   Determinação do grau de insolvência
      10.5.4   Análise da DOAR e do fluxo de caixa
      10.5.5   Análise da demonstração das mutações do patrimônio líquido

11   Análise Horizontal e Vertical
   11.1   Análise Horizontal
   11.2   Análise Vertical
   11.3   Análise Horizontal e Vertical do Balanço Patrimonial
      11.3.1   Ativo Circulante (AC)
      11.3.2   Ativo Realizável a Longo Prazo
      11.3.3   Ativo Permanente
      11.3.4   Passivo Circulante
      11.3.5   Passivo Realizável a Longo Prazo
      11.3.6   Patrimônio Líquido
   11.4   Análise Horizontal e Vertical da Demonstração do Resultado do Exercício
      11.4.1   Receita bruta
      11.4.2   Custo dos produtos vendidos
      11.4.3   Lucro bruto
      11.4.4   Despesas operacionais
      11.4.5   Lucro operacional
      11.4.6   Receitas e despesas financeiras
      11.4.7   Lucro líquido
      11.4.8   Lucros distribuídos

12   Análise Através de Indicadores ou Quocientes
   12.1   Indicadores de atividade ou rotatividade (prazos médios)
      12.1.1   Mensuração dos ciclos operacionais e financeiros a partir das demonstrações contábeis
      12.1.2   Avaliação dos ciclos operacionais
      12.1.3   Estudo da Necessidade de Capital de Giro
   12.2   Indicadores de liquidez
      12.2.1   Liquidez imediata ou instantânea
      12.2.2   Liquidez Geral ou Total
      12.2.3   Liquidez Corrente ou Comum
      12.2.4   Liquidez Seca
   12.3   Indicadores da estrutura de capital (endividamento)
      12.3.1   Participação de Capital de Terceiros (grau de endividamento)
      12.3.2   Composição do endividamento
      12.3.3   Imobilização do Patrimônio Líquido
      12.3.4   Imobilização dos Recursos não Correntes
   12.4   Indicadores da rentabilidade
      12.4.1   Giro do Ativo
      12.4.2   Margem líquida
      12.4.3   Rentabilidade ou Retorno do Ativo (ROA ou ROI)
      12.4.4   Rentabilidade do Patrimônio Líquido ou Retorno do Capital Próprio (ROE)
      12.4.5   Análise do ROI pelo Modelo DuPont

13   Estudo da Alavancagem
   13.1   Alavancagem Financeira
      13.1.1   Estratégias para aumentar o Grau de Alavancagem Financeira (GAF)
      13.1.2   Calculando o GAF sem considerar o efeito dos custos com a dívida no Imposto de Renda
      13.1.3   Calculando o GAF considerando o efeito dos custos com a dívida no Imposto de Renda
   13.2   Grau de Alavancagem Operacional (GAO)
      13.2.1   Exemplo da determinação do GAO
   13.3   Alavancagem total
   13.4   Ponto de Equilíbrio (Break Even Point)

14   Análise da Necessidade de Capital de Giro
   14.1   Capital de Giro ou Capital Circulante Líquido (CCL)
   14.2   Etapas a serem seguidas para se determinar a NCG
      14.2.1   Caso prático de determinação da NCG
   14.3   Efeito tesoura
   14.4   Overtrade ou Overtrading
   14.5   Fontes de financiamento da Necessidade de Capital de Giro
   14.6   Capital de Giro Próprio (CGP)

15   Modelos Estatísticos de Previsão de Insolvência
   15.1   Modelo estatístico discriminante
   15.2   Aspectos gerais dos principais modelos de previsão de insolvência
      15.2.1   Modelo de Altman
      15.2.2   Modelo de Kanitz
      15.2.3   Modelo de Elizabetsky
      15.2.4   Modelo de Matias
      15.2.5   Modelo de Silva

16   Elaboração do Relatório de Análise das Demonstrações Contábeis
   16.1   Cuidados na elaboração do relatório ou parecer
   16.2   A construção do relatório de análise
   16.3   Exemplos de relatório
      16.3.1   Relatório simulado de análise de uma empresa
      16.3.2   Exemplo de uma análise real, em forma de artigo jornalístico

Parte IV - Estudo de Casos

17   Estudo Dirigido de Caso
   17.1   A escolha da empresa a ser analisada
   17.2   Levantamento de dados
      17.2.1   A coleta de dados
      17.2.2   Uso de papéis de trabalho
   17.2   Uso da planilha eletrônica
   17.3   Análises a serem efetuadas
      17.3.1   Análise de cenário
      17.3.2   Análise Vertical e Análise Horizontal do Balanço Patrimonial e DRE
      17.3.3   Indicadores de atividade
      17.3.4   Indicadores de liquidez
      17.3.5   Análise da estrutura de capital
      17.3.6   Análise da rentabilidade
      17.3.7   Análise da Necessidade de Capital de Giro
   17.4   Conclusões e recomendações

18   Empresa Modelo S.A
   18.1   Informações gerais sobre a empresa
   18.2   Demonstrações contábeis
      18.2.1   Balanço Patrimonial
      18.2.2   Demonstração do Resultado do Exercício
      18.2.3   Demonstração das Origens e Aplicação de Recursos
      18.2.4   Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados
      18.2.5   Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
   18.3   Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis
   18.4   Parecer dos auditores independentes
   18.5   Quadro dos Indicadores das principais companhias concorrentes da Empresa Modelo S.A

Anexo A
Anexo B
Referências Bibliográficas

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